segunda-feira, 18 de julho de 2011

Meu filho, você não merece nada

A crença de que a felicidade é um direito tem tornado despreparada a geração mais preparada
Eliane Brum
   Divulgação
ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br
Twitter: @brumelianebrum

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.


Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.


Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.


Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.


Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?


Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.


Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.


Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.


A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.


Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.


Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.


Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.


Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.


O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.


Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.


Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.


Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.


Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.


(Eliane Brum escreve às segundas-feiras.)

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Matéria encontrada no site:
http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI247981-15230,00.html

“Nós educamos os filhos para que eles usem drogas”

Em entrevista, o psiquiatra Içami Tiba redefine os papéis de pais e de educadores e alerta para os perigos da “cultura do prazer”


Uma pergunta que nunca sai – ou ao menos nunca deveria sair – da cabeça de pais e professores é “como educar as crianças de verdade?”. Autor de livros como “Adolescentes: quem ama educa!” e “Disciplina: Limite na Medida Certa” (ambos da Editora Integrare), o psiquiatra Içami Tiba responde esta e outras questões relacionadas à educação em seu novo livro, “Pais e Educadores de Alta Performance” (Editora Integrare).

Foto: Divulgação Ampliar

Içami Tiba: "os pais devem exigir que seus filhos façam o que é necessário"

Com 43 anos de experiência em consultório, Içami alerta os pais para os perigos da cultura do prazer. “Nós educamos os filhos para que eles usem drogas”, comenta, avaliando a atitude de pais que oferecem tudo sem exigir responsabilidade em troca. Para ele, a família é a principal responsável pela formação dos valores e não deve jogar esse papel para a escola. Mas as escolas, por terem um programa educacional organizado, podem guiar os pais. Leia a entrevista com o autor.

iG: Qual a responsabilidade dos pais e qual a dos educadores na educação das crianças?
Içami Tiba:
A família continua sendo a principal responsável pela educação de valores, mas é importante que haja uma parceria na educação pedagógica. As crianças viraram batatas quentes: os pais as jogam na mão dos professores, os professores devolvem. Pais precisam ser parceiros dos professores. Quem tem que liderar a parceria, no começo, é a escola, pois tem um programa mais organizado. Com a parceria, ambos ficam fortes. Os pais ficam mais fortes quando orientados pela escola.

iG: O que é mais importante na educação de uma criança?
Içami Tiba:
É exigir que ela faça o que é necessário. Os pais dão tudo e depois castigam os filhos porque estes fazem coisas erradas. Mas não é culpa dos filhos. Afinal, eles não querem estudar porque estudar é uma coisa chata, mas alguma vez ele fez algo que é chato em casa? No final, a criança estica na escola aquilo que aprendeu em casa. A educação é um projeto de formar uma pessoa com independência financeira, autonomia comportamental e responsabilidade social.

iG: Como os pais podem educar bem seus filhos? Qual o segredo?

Içami Tiba: Um pai de verdade é aquele que aplica em casa a cidadania familiar. Ou seja, ninguém em casa pode fazer aquilo que não se pode fazer na sociedade. Os pais devem começar a fazer em casa o que se faz fora dela. E, para aprender, as crianças precisam fazer, não adianta só ouvir. Elas estão cansadas de ouvir. Muitas vezes nem prestam atenção na hora da bronca, não há educação nesse momento. É preciso impor a obrigação de que o filho faça, isso cria a noção de que ele tem que participar da vida comunitária chamada família.


iG: No livro, o senhor comenta que uma das frases mais prejudiciais para se falar para um adolescente é o “faça o que te dá prazer”. Por quê?
Içami Tiba:
O problema é que essa frase passa apenas o critério de prazer e não o de responsabilidade. Nós queremos que nossos filhos tenham prazer sem responsabilidade. Por isso eles são irresponsáveis na busca deste prazer. E o que é uma droga, senão uma maneira fácil de se ganhar prazer? A pessoa não precisa fazer nada, apenas ingeri-la. Nós educamos os filhos para que eles usem drogas. Se ele tiver que preservar a saúde dele, pensa duas vezes.

Capa do livro "Pais e Educadores de Alta Performance"

iG: Por que você acha que alguns pais não ensinam os filhos a ter responsabilidade?
Içami Tiba:
Não ensinam porque não aprenderam. Estes pais querem ser amigos dos filhos e isso não faz sentido. Provedor não é amigo.

iG: Por que o pai não pode ser só amigo ou só provedor?
Içami Tiba:
Não pode ser amigo porque pai não é uma função que se escolhe, e amigos você pode escolher. O filho é filho do pai e tem que honrar os compromissos estabelecidos com ele. Um filho não pode trocar de pai assim como troca de amigo, por exemplo. Por outro lado, o pai que é unicamente provedor, como eram os de antigamente, também não dá uma educação saudável ao filho, afinal ele apenas dá e não cobra. Pai não pode dar tudo e não controlar a vida do filho. Quando digo controle, quero dizer que o pai deve fazer com que o filho corresponda às expectativas, que o filho faça o que precisa ser feito. Um filho não pode deixar de escovar os dentes ou de estudar e o pai não pode deixar isso passar.

iG: Como a meritocracia pode ajudar na criação?
Içami Tiba:
O mundo é meritocrata, os pais se esqueceram disso. Ganha-se destaque por alguma coisa que a pessoa fez; se não mereceu, logo o destaque se perde. Dar a mesma coisa para o filho que acertou e para o que errou não é bom para nenhum dos dois. É preciso ser justo. Os pais precisam aprender a educar, não dá para continuar achando que apenas porque são bonzinhos vão ser bons pais. Não adianta muito um cirurgião apenas amar seu paciente; para fazer uma boa cirurgia é preciso ter técnica. É a mesma coisa com os pais.

iG: Amor e educação combinam com disciplina?
Içami Tiba:
Disciplina é a coisa que mais combina com a educação. É uma competência que você desenvolve para atingir o objetivo que quer. Se você ama alguém, tem que ter disciplina. Os pais precisam fazer com que os filhos entendam que eles têm que cumprir sua parte para usufruir o amor. Os pais precisam exigir.

iG: Como exigir sem agressividade?
Içami Tiba:
O exigir é muito mais acompanhar os limites, aquilo que o filho é capaz de fazer. Não dá para exigir que ele vá pendurar roupas no armário se ele não pode arrumar uma gaveta. Por outro lado, os pais não podem fazer pelos filhos o que eles são capazes de fazer sozinhos. A partir daí, quando se cria uma segurança, a exigência começa a fazer parte da convivência. Essa exigência é boa. O pai não pode sustentar e não receber um retorno. É como se ele comprasse uma mercadoria e não a recebesse.

iG: No livro, o senhor diz que todos somos educadores. Como podemos nos portar para educar direito as outras pessoas?
Içami Tiba:
Você quer educar? Seja educado. E ser educado não é falar “licença” e “obrigado”. Ser educado é ser ético, progressivo, competente e feliz.

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Essa matéria está no site:
http://delas.ig.com.br/filhos/educacao/nos+educamos+os+filhos+para+que+eles+usem+drogas/n1597078796088.html

textos interessantes

Vi esses dois textos que posto em seguida e achei bem interessante colocar aqui pois retratam o que sempre pensei...
Educar... arte difícil e cheia de sacrifícios...
É difícil dizer não para seu filho, mas é necessário. Mas como entender isso antes de termos filhos.... Muitas coisas nos são reveladas ao nos tornarmos mães e pais. Mas não podemos nos perder na idéia de proteção total e poupar nossos filhos de tudo.... Educar é duro, é difícil, é sacrificante, é necessário....
Estamos vendo diariamente os resultados da falta do uso do NÃO... do LIMITE... da PERMISSIVIDADE... É difícil olhar o rostinho do seu filho passando por uma frustração... AI, COMO DÓI... Mas se ele não aprender a lidar com isso como vai ser? Ele tem que se frustrar pra aprender a superar, não é mesmo?
E se os pais o poupam da frustração... o que vai acontecer??????
É... educar é muuuuuuuuuuuuuuito difícil...
E tem coisas que não podem ser jogadas nas costas da escola.... Vem de casa, vem do convívio, vem das pessoas que são referência para as crianças... A escola é parceira! Mas não a responsável principal.....
BOm... tô me estendendo...
Vou postar os dois textos...
Um é do Içami Tiba.... (sofri na adolescência por causa dele.. rsrsrsrsrs, mas valeu bastante... rs) e o outro é a Eliane Brum, que escreve pra revista Época...
Enjoing the text...
Beijocas

quinta-feira, 16 de junho de 2011

RECEBI POR EMAIL.... E quem vai dizer que não é assim?

A Evolução da Educação:

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...


Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.

Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.

-Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:


1. Ensino de matemática em 1950:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?

3. Ensino de matemática em 1980:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


5. Ensino de matemática em 2000:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.
O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO


6. Ensino de matemática em 2009:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


7. Em 2010 ...:
Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.

O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder pois é proibido reprová-los).
( )R$ 20,00 ( )R$ 40,00 ( )R$ 60,00 ( )R$ 80,00 ( )R$ 100,00


E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.

Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)

Valorização do Professor

AULA DE MATEMÁTICA
Hoje vou brincar de professor de matemática. Vou passar alguns problemas para vocês resolverem.

Problema nº1
Um professor trabalha 5 horas diárias, 5 salas com 40 alunos cada. Quantos alunos ele atenderá por dia?
Resposta: 200 alunos dia.
Se considerarmos 22 dias úteis. Quantos alunos ele atenderá por Mês?
Resposta: 4.400 alunos por mês.
Consideremos que nenhum aluno faltou (hahaha) e, que em cada um deles, resolveram pagar ao professor com o dinheiro da pipoca do lanche 0,80 centavos, diárias. Quanto é a fatura do professor por dia?
R: 160,00 reais diários
Se considerarmos 22 dias úteis. Quanto é faturamento mensal do mesmo professor?
R: Final do mês ele terá a faturado R$ 3.520,00.

Problema nº2

O piso salarial é 1.187 reais, para o professor atender 4.400 alunos mensais. Quanto o professor fatura por cada atendimento?
Resposta: aproximadamente 0,27 mensais
Um professor de padrão de vida simples,solteiro e numa cidade do interior, em atividade, tem as seguintes despesas mensais fixas e variáveis:
Sindicato: R$12,00reais
Aluguel: R$350,00reais ( pra não viver confortável)
Agua/energia elétrica: R$100,00 reais (usando o mínimo)
Acesso à internet: R$60,00 reais
Telefone: R$30,00 reais (com restrições de ligações)
Instituto de previdência: R$150,00 reais
Cesta básica: R$500,00 reais
Transporte: sem dinheiro
Roupas: promocionais
Quanto um professor gasta em um mês?
Total das despesas: R$1202,00
Qual o saldo mensal de um professor?
Saldo mensal: R$1187,00-1202= -15 reais, passando necessidades
Agora eu pergunto:
-Que dinheiro o professor terá para seu fim de semana?
-Quanto o professor poderá gastar com estudos, livros, revistas, etc.
- Quanto vale o trabalho de um professor??
- Isso é bom para o aluno???
- Isso é bom para a educação pública do Brasil??
- Será que o tal "ministro" da educação realmente sabe ler e escrever?!?!?!?!.....

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

PROFISSÃO REPÓRTER

Essa semana, na Rede Globo, o programa Profissão Repórter mostrou as formas de trabalho e diversão de pessoas com necessidades especiais.
Lá eles mostram o encontro de surdos no Shopping Tatuapé e no Shopping Boulevar às sextas feiras a noite....
Pra quem não viu, aqui vai o link....


Curtam e divulguem...
Beijos

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Meio Longe....

Oi Pessoal....
Ando meio lenta pra escrever aqui... (meio?????)
Pois é... tô participando de um projeto do SENAC que tá me tomando um certo tempo, mas não esqueci daqui não!!!!
beijões

sábado, 31 de julho de 2010

ORKUT e seus jogos...

Aposto que todo mundo que passa por aqui tem Orkut....
Mesmo com o facebook por aí, o Orkut ainda domina o Brasil.
E esses joguinhos que existem no orkut viciam, não é mesmo? (no facebook e outras redes sociais tb)
Mas vocês já pararam pra pensar que dá pra usar esses joguinhos de forma pedagógica?
Meu filho viu a prima jogando o CaféMania (ORkut) e pediu pra eu fazer um pra ele.... Sabe que até eu gostei e tenho brincado com ele....
Ele sempre pergunta: "Mãe, como está nosso café?" e aí a gente entra e brinca.

Esse cafe dá pra trabalhar vários conceitos simples e de uso diário. Por exemplo:

Você consegue trabalhar matemática:
- quantas pessoas passam durante uma hora no café?
- se eu quiser que o café funcione durante 10 horas, quantas refeições tenho que preparar? Quanto vai me custar? Quanto vai me render?

Para se trabalhar informações como estas temos variáveis: quantas portas existem no café (quanto mais portas, mais pessoas entram), quantas cadeiras e mesas temos, pois cada mesa só serve para uma pessoa, então tenho que contar uma mesa e uma cadeira. Cadeira sem mesa não conta nem mesa sem cadeira; ou mesa com mais de uma cadeira só conta 1 cadeira; quantos garçons existem no café... Dessa forma, cada criança vai ter resultados diferentes. Então é necessário ter, antes das contas, a informação das variáveis, ou seja, ter informações sobre a estrutura física e humana do café.

Também temos a parte de percepção visual, geometria.
Os avatares andam em linhas retas. O chão do café é como um tabuleiro de xadrez. Então, dependendo da forma como coloco os móveis fica difícil chegar à cadeira ou mesmo impossível (cadeira perdida e não pode entrar na estatística). Também pode ficar mais difícil de o garçom chegar até lá, então o cliente sai insatisfeito pois não foi atendido. Qual a forma de dispor os móveis que facilite para o garçom chegar mais rápido e não deixar de atender ninguém?
Pegando o gancho deste último questionamento é possível trabalhar marketing pessoal, importância da boa relação e do respeito pelas pessoas.

Tem ainda os pratos que possuem 4 características:
Valor, rendimento, experiência, tempo de preparo.
Em alguns pratos o tempo de preparo é grande e o número de porções é baixo, mas cada unidade rende um bom dinheiro e dá uma boa experiência (pontos que aumentam o nível e liberam mais recursos).
Já existem pratos que dão uma baixa experiência, que custam pouco, mas são feitos de forma rápida e têm um grande número de porções. Posso fazer várias vezes ao dia....
Qual vale mais a pena fazer? O que custa caro mas tem poucas porções ou o que custa barato mas tem um grande número de porções? O que dá mais experiência ou o que demora menos?
Com os rendimentos eu posso comprar mais mesas, contratar mais pessoas, aumentar o tamanho do meu café, decorar (quanto mais decorado, melhor) etc.

Depende .... Aí podemos trabalhar com metas e objetivos!!!!!

Bom... aqui tem algumas formas de trabalhar com joguinhos chamados "não pedagógicos". As crianças adoram jogar e se bem direcionadas e orientadas acabam assimilando conceitos simples de forma rápida e divertida....

Espero que tenham gostado do post.... Adoraria um feedback de vocês...
Beijosssssss e até a próxima!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Stop Motion

STOP MOTION (movimento parado) é uma técnica de animação quadro a quadro (frame a frame) onde podemos utilizar a fotografia, desenhos feitos por computador, edição de fotos etc.

Logo abaixo estão dois exemplos desse tipo de trabalho:

quinta-feira, 27 de maio de 2010

EaD


Clique aqui para saber mais detalhes sobre evento.
Bjs

terça-feira, 18 de maio de 2010

SPEES - Seminário de Prática de ensino na educação dos surdos


PORTO ALEGRE - Organizado pelo IDEPIN.

O Objetivo do evento é proporcionar momentos e situações que estimulem discussões e reflexões sobre diversas práticas de ensino que podem ser desenvolvidas na formação escolar de crianças e jovens surdos, tanto de escolas especiais quanto inclusivas. Como forma de garantir diferentes perspectivas sobre o tema, as mesas-redondas e palestras contam com diversos convidados que desenvolvem trabalhos significativos no que se refere a Educação de Surdos em diferentes escolas da grande Porto Alegre, e, portanto, em diferentes contextos educativos.
O tema do evento será: “Estratégias didáticas e desafios na Educação de Surdos”
PROGRAMAÇÃO
8h – 9h – Credenciamento
9h – 10h – Palestra – CURRÍCULO, ESCOLA E EDUCAÇÃO DE SURDOS
Prof. Ms. Camilo Darsie de Souza
Profa. Ms. Sabrine de Jesus Feraz Faller
10h 20min - 12h – Mesa Redonda – O ENSINO DE PORTUGUÊS COMO L2 PARA SURDOS
Profa. Esp. Tatiane Folchini do Reis
Profa. Esp. Ana Luiza Garcia
Profa. Esp. Rejane Plinski
Profa. Esp. Carolina Comerlato Sperb
12h – 13h30min - Almoço
13h30min – 14h30min – Mesa Redonda – O ENSINO DE LIBRAS NO CONTEXTO ESCOLAR
Prof. Fabrício Mahler Ramos
Profa. Claudia Magnus Fialho
Profa. Esp. Erika Vanessa de Lima Silva
14h45min – 15h45min – Mesa Redonda – ENSINOS FUNDAMENTAL E MÉDIO NA EDUCAÇÃO DE SURDOS – VISÃO MULTIDISCIPLINAR
Profa. Ms. Lisiane Mallman
Prof. Esp. Marco Aurélio
Profa. Esp. Maria Luisa Guimarães de Melo
16h – Palestra – CURRÍCULO E AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO DE SURDOS
Profa. Dr. Adriana da Silva Thoma
17h - Encerramento
Organização
Lisiane Amon
Miriam Piber Campos
Coordenação
Camilo Darsie de Souza

Mais informações...

segunda-feira, 17 de maio de 2010

CASA DO FUTURO


Encher a banheira via telefone celular e monitorar a casa a distância são apenas algumas das vantagens da automação residencial

Lívia Alves, iG São Paulo 17/05/2010 07:40

Integração dinâmica

Os sistemas automatizados disponíveis no Brasil admitem inúmeras possibilidades de integração, customização de facilidades e criação de cenários dentro de casa. Assim, acionando apenas um botão, por exemplo, é possível criar todo um clima de romance, com cortinas fechadas, lareira acesa, meia luz, ar condicionado a 26º C e um jazz suave saindo do home theater.

“Todas essas funções podem ser pré-programadas num só painel para dar mais comodidade”, afirma Sérgio Corrigliano, gerente de pesquisa e desenvolvimento da iHouse, empresa especializada no assunto.

Entre outras funções passíveis de serem programadas estão o ajuste do volume da televisão quando se liga o aparelho de DVD ou toca o telefone, a temperatura do chuveiro e da água da banheira de acordo com a preferência de cada um dos membros da casa e a abertura ou fechamento de janelas e portas. Sendo que quase todos podem ser acionados localmente ou à distância, via mensagem de texto do celular ou por um computador remoto.

Acionamento de exaustores, irrigação de jardim e limpeza de piscinas são outras funções passíveis de automatização e programação.

No novo empreendimento Mansão Luciano Barreto Junior, recém-lançado em Aracaju, por exemplo, todos os apartamentos já vêm preparados para receber automatização. Todos os sistemas de segurança, climatização, entretenimento e iluminação serão interligado e poderão ser acionado de qualquer lugar pelo computador ou telefone celular.

“Outra facilidade é poder medir o consumo de energia elétrica da casa toda e providenciar reduções por cômodo, casa necessário”, afirma Corrigliano.

http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/casa+do+futuro+ja+e+realidade+no+brasil/n1237615601557.html

terça-feira, 11 de maio de 2010

CRIANÇA MAIS SEGURA NA INTERNET

Aproveitando o gancho do 9º ano que está trabalhando com crimes virtuais, divulgo, logo abaixo dois sites bem legais para pais e filhos descobrirem e se cuidarem dos perigos na internet...

Criança mais segura
http://www.criancamaisegura.com.br/



Vìdeos sobre invasão
http://www.antispam.br/


QUEM APRENDE? QUEM ENSINA?

* Maria do Carmo Marques de Barros Torres

Penso que aprender e ensinar é, antes de qualquer coisa, uma relação humana de duas vias. E como tal merece toda a atenção.

Enquanto ensinamos, temos realmente a oportunidade de aprender. Mas, aprender o quê se há a crença de ter muito mais conhecimento que o nosso aprendiz? O que, venhamos não é de todo uma mentira. É esperado e exigido de quem ensina, no mínimo, ter conhecimentos suficientes a serem transmitidos àquele que aprende.

Mesmo assim, aprendemos com o nosso aprendiz questões que não são encontradas nos livros. São questões ligadas mais ao sensorial, ao emocional e ao afetivo, onde há a descoberta e redescoberta das duas partes da diferenciação crucial entre o escutar e o ouvir, entre o olhar e o enxergar.

Aprender e Ensinar não são faculdades estanques, e há que se conscientizar que são partes de um longo processo sem limites, e que a cada horizonte chegado há sempre outro à espera, e aí está a graça da relação.

Quando houver trocas sem a preocupação com os títulos, mas com buscas incansáveis do novo, sem medo do desconhecido e com o reconhecimento humilde de que aquele que aprende ao mesmo tempo ensina e aquele que ensina também aprende, estimulando as duas vias numa busca de possibilidades para a transformação do conhecimento em saber.

Saber este que nos faz sentir vivos e prontos a nos relacionarmos conosco e com o outro.

* Maria do Carmo Marques de Barros Torres é Psicóloga Clínica e Educadora.

Fonte: http://aprendiz.uol.com.br/content/trihotiuet.mmp

BY Hellen Keller

"A cegueira separa as pessoas das coisas.

A surdez separa a pessoa da pessoa"

Homenagem às Mães do Colégio

Este foi um dos vídeos passados no dia das mães da escola onde trabalho. Mesmo que só hoje, acredito não estar atrasada, pois dia das mães é todo dia... Trabalhamos em jornada dupla, às vezes tripla... Damos conta de casa, trabalho, filhos e marido e às vezes até mais.... Um dia é muito pouco pra nós, mães, concordam???? rs Beijos a todas as mães todos os dias....

Educação Especial/ Surdez

Capacitação de Professores em Educação Especial/ Surdez
Objetivo
Capacitar professores em Educação Especial para atender alunos com Necessidade Educativas Especiais na área da Surdez, possibilitando sua inclusão na escola regular.

Público-Alvo
Professores que atuam ou desejam atuar na área da Educação Especial/ Surdez, acadêmicos e demais interessados com o Ensino Médio completo.

Programação

* Linguística Aplicada à Língua de Sinais;
* Educação de Surdos: Aspectos Históricos e Antropológicos;
* Dinâmica de Grupo e Integração: aluno surdo e ouvinte;
* Psicologia do Surdo e Dinâmica Familiar;
* Fundamentos da estrutura e função do sistema auditivo;
* Desenvolvimento humano, aprendizagem e necessidades especiais da criança surda;
* Políticas públicas e gestão de processos e práticas educativas na área da surdez (visão geral);
* Língua Brasileira de Sinais I;
* Pré-Alfabetização/ Alfabetização e Letramento de Crianças Surdas;
* Gestão de Processos e Práticas de Ensino e Aprendizagem na Área da Surdez: Ensino Fundamental e Ensino Médio;
* Educação Física: Ed. Infantil no Ensino Fundamental e Ensino Médio;
* Oficina de Expressão Corporal;
* Arte Surda na Educação;
* Língua Brasileira de Sinais II;
* Informática de Alunos Surdos;
* Língua Brasileira de Sinais III;
* Currículo e Projeto Político Pedagógico na Diversidade;
* Avaliação;
* Adaptação Curricular Individualizada (ACI);
* Temporalidade individualizada;

Carga-Horária
360 h

Realização
* De 15 de maio a 11 de dezembro de 2010 e primeiro semestre de 2011.
Encontro somente aos sábados, semanalmente.
* Horário: 8h10min às 12h e das 13h às 16h20min
* Sala: 814 – prédio 1 (sujeita a alterações)

Investimento
À vista: R$ 1.725,00 (um mil e setecentos e vinte e cinco reais)
À prazo: 01 + 14 parcelas de R$ 115,00 (cento e quinze reais)
Forma de pagamento: dinheiro, boleto, cheque de pessoa física ou cartão de débito.

Certificado
Será fornecido certificado a todos os que obtiverem, no mínimo, 75% de frequência.

CURSO VÁLIDO COMO ATIVIDADE COMPLEMENTAR
VAGAS LIMITADAS

Inscrições até o dia 11 de maio diretamente no Setor de Protocolo - Saguão do Prédio I
* O Unilasalle se reserva o direito de somente oferecer esse curso com, no mínimo, 16 inscritos. Caso a oferta não se concretize, os valores já pagos serão devolvidos.


Site: http://www.unilasalle.edu.br/canoas/pagina.php?id=2382

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Como separar áudio do vídeo?


Há alugm tempo baixei um programa que faz conversão de um tipo de vídeo para outro, por exemplo, de .MPG para .FLV, ou de .MPG para .AVI.
Na semana do dia das mães precisava de uma música mas não conseguia encontrar o mp3 então comecei a usar programas de separação de áudio mas nenhum me deu o resultado que eu precisava. De repente pensei em entrar naquele programa de conversão de vídeo e pasmem, ele também faz a conversão de um vídeo para .MP3, isto é, para áudio.
Ele é leve, rápido e extremamente fácil de usar.
Ahhhh é! Qual é o nome?
ANY VIDEO CONVERTER. Muito bom!!!!
Se precisarem de ajuda, é só falar...
beijocas pra todos....